Esta entrada foi publicada em 26 Junho 2008 às 8:31 am e é arquivado em poemas. Tagged: memória, morrinhos, poemas de velho, poesia da velhice, poesia de velho, saudades. Você pode seguir qualquer respostas para esta entrada através de RSS 2.0 feed. Você pode deixe uma resposta, ou trackback do seu próprio site.

27 Junho 2008 em 5:31 pm
Ah, Wilton, gosto demais do último trecho desse seu poema atemporal. Gosto muito mesmo, tanto que, depois daquele “arrepio de frio sob a tarde de morrinhos”, um “muro de frinchas funcho e hortelã” virou tatuagem em minha memória, desde quando li esse seu poema pela primeira vez, tempos atrás. Gosto muito , também, dos 4 últimos versos, onde vislumbro um belo auto-retrato: ” tateante alto de barro/ piso em falso/ um braço de halo/ sobra do sol que arrasto.” Velhos ou novos, são poucos os poetas que conseguem criar imagens assim, com tanto requinte… Abraços.