De quando eu era um poeta velho II

Moreira Cardoso in A Tradição travestida

Uma resposta para “De quando eu era um poeta velho II”

  1. Tutti Disse:

    Ah, Wilton, gosto demais do último trecho desse seu poema atemporal. Gosto muito mesmo, tanto que, depois daquele “arrepio de frio sob a tarde de morrinhos”, um “muro de frinchas funcho e hortelã” virou tatuagem em minha memória, desde quando li esse seu poema pela primeira vez, tempos atrás. Gosto muito , também, dos 4 últimos versos, onde vislumbro um belo auto-retrato: ” tateante alto de barro/ piso em falso/ um braço de halo/ sobra do sol que arrasto.” Velhos ou novos, são poucos os poetas que conseguem criar imagens assim, com tanto requinte… Abraços.

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