Então os redemoinhos começam a se formar
Em algum ponto da linha do tempo
O que importa senão aquele olho que te olha sem parar
E os teus olhos fixos no olhar?
Todas as vaidades e veleidades
Rigores valores acúmulos
O que você juntou até ali e era a sólida base de sua morada
Se dissolve no vórtice em que a linha do ser
Se dissolve na névoa que voa o espaço
Desagregado
A vida volverá?